Total de visualizações de página

sábado, 20 de abril de 2013

Curiosidade sobe Radioatividade III




Qual é o destino do lixo nuclear produzido no mundo?


Cada tipo de resíduo nuclear tem um destino. "Depende do grau de radioatividade e dos materiais de que ele é composto", diz o engenheiro Alfredo Tranjan Filho, diretor da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), órgão governamental criado para fiscalizar o uso de material radioativo. O lixo nuclear - ou "rejeito radioativo" - é classificado em três tipos: os de alta, média e baixa radioatividade. Entre uma gradação e outra, a radiação aumenta cerca de mil vezes. Os rejeitos de nível baixo e médio são guardados em depósitos provisórios ou permanentes. No Brasil, há depósitos provisórios em centros de pesquisa nuclear no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais - o único depósito permanente fica em Goiás. O grande problema está mesmo no lixo de alta radioatividade, como restos do combustível nuclear que move as usinas. De tão perigosas, essas pastilhas gastas de urânio vão sendo empilhadas em uma piscina de resfriamento ao lado do reator onde são usadas.


Tanto a piscina quanto o reator são cercados por várias barreiras de aço, chumbo e concreto. A piscina da usina de Angra II, por exemplo, tem capacidade para armazenar lixo por mais de 40 anos, o mesmo tempo de vida útil do reator. E o que acontece depois? "Por incrível que pareça, no mundo inteiro ainda não se chegou a uma resposta definitiva", afirma a física Emico Okuno, da USP. Em um passado recente, alguns países jogaram rejeitos no mar e em minas de sal abandonadas. Hoje, devido à maior consciência ambiental, essas opções foram descartadas. "Por mais que se diga o contrário, é impossível garantir 100% de segurança para esses materiais. A única solução seria parar de usar energia nuclear", diz Reinaldo Canto, diretor de comunicação no Brasil do Greenpeace, principal organização mundial de defesa do meio ambiente.


Temível armazenamento


Os rejeitos mais perigosos são guardados em piscinas especiais


Lixo de baixa radioatividade


Produtos Tudo que entra em contato com material radioativo, como ferramentas, luvas, roupas de proteção de operários e material de laboratório


Destino Latas sem blindagem especial, guardadas em depósitos temporários, perto de onde o lixo é produzido. Depois, elas podem seguir para depósitos subterrâneos


Lixo de média radioatividade


Produtos Recipientes usados de combustível nuclear, peças de reator e rejeitos químicos dos processos de mineração e enriquecimento de urânio


Destino Em geral, é guardado nos mesmos locais que o lixo de baixa radiação, mas com uma grande diferença: esse tipo de rejeito fica dentro de tonéis blindados de concreto


Lixo de alta radioatividade


Produtos Pastilhas gastas de urânio, usadas como combustível de reatores, e rejeitos líquidos oriundos da extração de plutônio para fabricação de bombas nucleares


Destino É guardado em piscinas protegidas junto aos próprios reatores das usinas, ou em depósitos provisórios. 






FONTE: Mundo Estranho

Curiosidade sobre Radioatividade II



Qual foi o maior acidente nuclear da história?

O maior acidente nuclear aconteceu na usina Chernobyl, construída na cidade de Pripyat, na Ucrânia. No dia 26 de abril de 1986, técnicos tentaram fazer um teste na usina e acabaram provocando uma reação em cadeia que terminou com a explosão do reator nuclear. Até hoje não se sabe ao certo se o problema foi causado por erro humano, por uma falha de projeto do reator ou pela soma das duas coisas. Na época, a Ucrânia fazia parte da União Soviética, que tinha um governo fechado para o resto do mundo, o que dificultou a divulgação de mais detalhes sobre o acidente. Mas a dimensão da tragédia foi tão grande que estações de monitoramento na Suécia e na Finlândia captaram níveis anormais de radioatividade no ar e deram o alerta mundial. Estima-se que 30 pessoas tenham morrido nos primeiros meses após a explosão e outras milhares foram expostas a níveis de radiação capazes de matar a longo prazo por causa de doenças como o câncer.


TESTE TRÁGICO Núcleo do reator parou de ser resfriado durante troca da rede de energia da usina


1. O problema em Chernobyl começou durante um teste de rotina, em que técnicos queriam simular um apagão na rede elétrica principal da usina e o acionamento de uma rede de energia de emergência, movida a óleo diesel


2. Por falha no projeto ou por erro humano, o sistema de resfriamento do núcleo do reator - onde acontecem as fissões atômicas - parou de funcionar quando a rede elétrica foi desligada. Isso gerou um


superaquecimento do núcleo, que atingiu temperaturas acima dos 2 000 ºC!


3. O calor absurdo gerou uma explosão de vapor tão violenta que destruiu o teto do reator - que pesava mais de mil toneladas! O incêndio após a explosão lançou grandes quantidades de material radioativo do núcleo na atmosfera. A tragédia estava feita...MEDIDAS DESESPERADAS Bombeiros ficaram expostos a uma radiação até 200 vezes maior que o nível letal!


1. Após a usina explodir, o corpo de bombeiros de Pripyat, cidade onde fica Chernobyl, foi acionado. Os


bombeiros chegaram à usina sem o preparo adequado para enfrentar a situação e acabaram expostos a doses de radiação da ordem de 200 roentgen por hora - uma dose de 500 roentgen em 5 horas é letal


2. A população de Pripyat foi avisada de que precisava deixar a área em três dias. Para reduzir as bagagens e aumentar a velocidade da evacuação da cidade, as autoridades informaram que a retirada seria temporária. Por isso até hoje estão em Pripyat pertences pessoais dos habitantes


3. Após dias sem o fogo na usina ser controlado, entraram em ação helicópteros para conter a radiação. Eles despejaram no reator grandes quantidades de chumbo, areia e outros materiais químicos para bloquear a saída da radiação. Só com os helicópteros o incêndio foi apagado


4. A última medida emergencial foi a remoção dos escombros radioativos. Após eles serem retirados do centro do reator destruído, um casulo protetor, feito de concreto, foi construído para isolar o reator do ambiente. O casulo recebeu o apropriado nome de "sarcófago"...


ESTRAGO CONTINENTAL Confira o impacto provocado pela radiação de Chernobyl em várias regiões da Europa


1. PRIPYAT E VIZINHANÇA


Área de contaminação extrema. A falta de informações liberadas pela ex-União Soviética dificultam as estimativas, mas especialistas acreditam que milhares de moradores desta região tenham morrido nos anos seguintes ao acidente


2. RAIO DE 400 KM


Em níveis variados, a radiação contaminou lagos, rios, reservatórios e afetou a reprodução de animais. Entre os residentes de outras regiões da Ucrânia, de Belarus e da Rússia foram reportados muitos casos de câncer de tireóide em crianças


3. RAIO DE 800 KM


Os ventos nos primeiros dias levaram a nuvem radioativa mais para o norte. Nesta distância, a contaminação começou a perder força, mas ainda foram atingidos rebanhos de gado - que tiveram queda na produção de leite - e plantações de grãos


4. RAIO DE 1 200 KM


Regiões de exposição mínima, mas onde foi detectado algum nível de radioatividade no ar. Eventuais efeitos de uma contaminação são difíceis de ser medidos, porque o nível de radioatividade atingido raramente afeta o ser humano e o meio ambiente


FONTE: Revista Mundo Estranho

Curiosidade sobre Radioatividade I


Onde é guardado o lixo nuclear das usinas brasileiras?


Dentro da própria usina ou em depósitos na vizinhança, dependendo do nível de radioatividade. Todo rejeito radioativo é classificado de acordo com a atividade e a duração de seus isótopos radioativos. Depois de um tempo de uso - geralmente um ano - o combustível "vence" e precisa ser trocado. Esse rejeito de alta atividade (RAA) é o mais perigoso, mas pode ser reciclado. Já os outros tipos de lixo são os rejeitos de média e baixa intensidade, que são produzidos pelo contato direto ou indireto de equipamentos, ferramentas e roupas de proteção com o combustível da usina. Atualmente, eles são guardados em depósitos temporários na própria usina ou no Centro de Gerenciamento de Rejeitos, em Angra dos Reis (RJ). Mas uma das exigências feitas para a construção de Angra 3 foi exatamente a criação de um depósito geológico, para o armazenamento do lixo radioativo até cem anos. Esse depósito guardará não só o lixo das usinas mas também rejeitos nucleares de hospitais e indústrias do país. 


COLETA SELETIVA


O destino dos rejeitos varia de acordo com a intensidade e a duração da radioatividade


1) No reator das usinas nucleares, existem cilindros cheios de pastilhas de urânio enriquecido, que funcionam como combustível para gerar energia. A cada ano, um terço desse combustível "vence" e precisa ser trocado. Esse material é o rejeito de alta atividade (RAA), que tem alto potencial de contaminação


2) O RAA não presta como combustível, mas ainda emitirá radiação e calor por séculos. Por isso, é guardado dentro da própria usina, em uma piscina especial, feita para resfriá-lo e conter a radiação perigosa. Quando as usinas de Angra forem desativadas, esse material irá para um depósito geológico


3) Equipamentos da usina que têm contato direto com o RAA são contaminados e se tornam rejeitos de média atividade (RMA). Cerca de mil vezes menos radioativo que o RAA, esse lixo é solidificado em concreto dentro de barris metálicos


4) O que tem contato indireto com o RAA, como as roupas de proteção dos funcionários, ganha um nível de contaminação baixo, cerca de mil vezes menor que o RMA. Esse resíduo de baixa atividade (RBA) pode ser lavado para reúso, mas depois de algumas lavagens também vai para os barris


5) Selados, os barris são guardados na usina e depois levados para um dos quatro depósitos intermediários de Itaorna, a 2 quilômetros dali. Eles são vedados com concreto e resinas isolantes para garantir nível zero de radiação mesmo no pátio externo do depósito


6) Por fim, os rejeitos radioativos seguem para depósitos geológicos de longa duração, que podem armazenar também o lixo vitrificado produzido no reprocessamento de combustível (ver quadro Reciclagem radioativa). Hoje, o Brasil pesquisa o melhor local para a construção de um depósito geológico, que deverá receber o rejeito das usinas de Angra a partir de 2012


RECICLAGEM RADIOATIVA


Veja como o combustível nuclear pode ser reprocessado para reaproveitar o rejeito inicial dos reatores


TUDO SE APROVEITA


O urânio usado no reator pode ser reciclado com algumas tecnologias. A mais usada é a que o mistura com ácido nítrico, numa reação que fornece três produtos: urânio mesmo, plutônio e um material altamente radioativo.


SEGUNDA MÃO


Apenas 1% do produto da reação é o isótopo de urânio pronto para ser reaproveitado. Outros 95% ainda precisam ser enriquecidos para ser reutilizados. O urânio reciclado é mais caro que o natural, mas é mais ecológico e reduz o volume de lixo produzido


LIXO SEM REMÉDIO


Cerca de 3% do produto da reciclagem é um rejeito inútil e altamente radioativo. Esse lixo é solidificado em uma mistura com vidro especial e colocado em cilindros de aço para armazenagem em depósitos geológicos especiais


PLUTÔNIO FLEX


O plutônio obtido na reciclagem pode ser misturado com urânio para formar o MOX, um outro tipo de combustível nuclear que pode ser usado nas mesmas usinas movidas a urânio. Mas esse material é bastante perigoso, porque, se cair em mãos erradas, o plutônio pode ser extraído para a fabricação de bombas nucleares


DE VOLTA PRA CASA


Só há três unidades capazes de reciclar combustível radioativo no mundo, que, após a reciclagem, devolvem ao país de origem a parte boa e o lixo. Por motivo de segurança, o transporte é feito em navios parecidos com petroleiros, com forte esquema de segurança.


FONTE: Revista Mundo Estranho

terça-feira, 12 de março de 2013

SLIDES SEPARAÇÃO DE MISTURAS

Segue o link para acesso aos slides sobre "Separação de Misturas".

http://www.4shared.com/office/sl7kEiZ1/SEPARAO_DE_MISTURAS.html

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Qual é o ácido mais forte do mundo?!?


acido-corrosao



É o fluorantimônico, cuja acidez supera a mais alta encontrada na natureza:o ácido sulfúrico a 100%. A mistura do fluorídrico com pentafluoreto de antimônio é considerada a mais forte entre os superácidos e foi criada para reagir com materiais que outros não dão conta. A concentração de um ácido é medida por meio da quantidade de íons do tipo H+, que iniciam as reações químicas com outras substâncias. O fluorantimônico tem 20 quintilhões de vezes mais íons que o sulfúrico, porém, apesar desse “poder”, ele não é capaz de corroer tudo – já que a corrosão não depende da força, mas da interação química das substâncias. Uma coisa, porém, é certa: quando a corrosão ocorre, os danos são irreversíveis.

por Bruno Lazaretti


FONTE: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-e-o-acido-mais-forte-do-mundo#.US0l_HEqKY0.facebook (ADAPTADA)

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Como "fazer" plasma?!?!

Os alunos do 1° ano do Ensino Médio fizeram uma experiência, na qual conseguiram ionizar o gás contido no interior de uma lâmpada incandescente...
Logo, transformaram o estado gasoso em plasma. As fotos estão abaixo:





























Aurora Boreal


"Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try, to fix you..."
Fix You - Coldplay


Seguidores